Coleção Saúde e Educação

Qdo acabar

Quando Acabar o Maluco Sou Eu – 2010
Coleção Saúde e Educação – número 1
Walter Melo, Filippe de Melo Lopes, Marcelo Tadeu Marchiori, Aline Gomes Martins, Danilo Rodrigues de Matos, Maria Alice Silveira, Nara Queiroz Moreira, Patricia Fonseca de Oliveira

Lançado no dia 30 de julho de 2010, durante o 23º Inverno Cultural da Universidade Federal de São João Del-Rei (UFSJ), Minas Gerais, o Quando acabar o maluco sou eu é um livro organizado pelo professor Walter Melo em parceria com a equipe do Núcleo de Estudo, Pesquisa e Intervenção em Saúde (NEPIS), da mesma Universidade.O livro é fruto do II Seminário de Saúde e Educação: quando acabar o maluco sou eu, ocorrido em setembro de 2008, na UFSJ. Nele estão reunidas todas as palestras ministradas durante o evento, nas quais foram abordados temas referentes à saúde mental, direito, educação, literatura e arte.
Dessa forma, o Quando acabar o maluco sou eu torna-se mais que um livro. Ele é também o retrato de uma ação conjunta que visa contribuir na melhoria da formação dos novos profissionais da psicologia e de outras áreas, ampliando os debates referentes ao campo da saúde e favorecendo a implementação de novas parcerias e de ações intersetoriais.

Sumário

Prefácio (Marcos Vieira Silva)

Introdução (Walter Melo)

Conferências

A Reforma Psiquiátrica brasileira: 30 anos transformando a sociedade e construindo cidadania (Paulo Amarante)

O campo da saúde mental no estado do Ceará: saúde, educação e cultura em articulação (Martinho Braga Batrista e Silva)

Um ensino extremamente humano: a residência hospitalar em psicologia (Ademir Pacelli Ferreira)

Olhares sobre “O Alienista”

As fronteiras da razão e da loucura na obra de Machado de Assis (Walter Melo)

Olhares sobre “O Alienista”: a ciência como olhar dos olhares (Murilo Cruz Leal)

Genealogia literária da loucura (Ronaldo Simões Coelho)

Saúde, Direito e Educação

Os direitos fundamentais em saúde mental (Roberto Osman)

Educação e saúde: um olhar holístico (Heron Laiber Bonadimam)

Atividades culturais

Doutores Por Um Triz: a alegria e o afeto como tratamento (Claudia Mariza Braga e Isadora d’Avila Toledo)

Uma experiência teatral para uma cultura antimanicomial (Renata Cristian S. de Sá)

Transformando em cena (Alessandro Conceição)

Considerações sobre a narrativa dos quadrinhos (Rafael Senra)

Quando o cinema e a cachaça se encontram em uma “pedagogia da provocação” (Aurélio Orth Aragão)

159 páginas

que país

Que país é esse? – 2012
Coleção Saúde e Educação – número 2

Organização: Walter Melo, Michelle de Almeida Cézar, Thiago Moreira, Filippe de Melo Lopes, Mayara Pacheco Coelho

O tema deste Seminário é uma consequência dos debates do I Seminário, pois se o tema da saúde é de todos os brasileiros, logo surgiu a indagação: quem somos nós, brasileiros? Que país é esse? As palestras deste Seminário, acrescidas de mais alguns textos apresentados no IV Seminário de Saúde e Educação: escola, universidade e psicologia ocorridos na Universidade Federal de São João del- Rei, em 2010, são publicadas agora, ampliando os debates e consolidando a marca da Equipe NEPIS de garantir o diálogo democrático entre diferentes ideias, num país multifacetado.

Sumário

Introdução (Walter Melo)

Conferências

Que país é este? (Affonso Romano de Sant’Anna)

Educação, sanitarismo e eugenia: divergências e convergências no campo intelectual brasileiro (Magali Gouveia Engel)

Saúde e brasilidade

Modelos de atençãp à saúde: hibridismos e apontamentos (João Leite Ferreira Neto)

Família e políticas públicas (de saúde): elementos para debate (Marcelo Dalla Vecchia)

Psicologia social, educação e emancipação em ciências da saúde (Denise Alves Guimarães)

Três momentos da Reforma Psiquiátrica brasileira, três modos de inserção da formação “psi” mineira. O que esperar como cenário futuro? (Izabel Friche Passos e Maria Aline Barboza)

Em cena/Saúde mental: jogo de dentro/jogo de fora (Juliana Saúde Barreto)

O espelho de Richard Morse (André Marchiori)

A clínica psicanalítica e o contexto social

Psicose: o conceito e a clínica psicanalítica (Júlio Eduardo de Castro)

Identificação e laço social: o individual e o coletivo (Maria das Graças Leite Villela Dias)

Psicanálise e assistência social: perspectiva da atuação do psicanalista no Centro de Referência da Assistência Social – CRAS (Jane Mara dos Santos Barbosa e Wilson Camilo Chaves)

Debates em psicologia social acerca da medicalização do cotidiano escolar

A formação do psicólogo – nas fronteiras da psicologia e da educação (Lilian Ulup e Roberta Brasilino Barbosa)

O que há de excepcional na educação: o processo de inclusão no ensino regular (Marilena Jamur e Iara Farias)

Déficit ou diferença: (re)tratando a medicalização da vida a partir de uma releitura das patologias da cognição (Adriana Carrijo e Beatriz Sancovschi)

247 páginas

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Universidade e sistema de saúde – 2013

Coleção Saúde e Educação – número 3

Organização: Walter Mello, Filippe de Mello Lopes, Marcela Ferreira Ramos, Fabrício Aparecido Bueno, Danilo Rodrigues de Matos

O SUS é um BEM brasileiro e precisa ser permanentemente cuidado e melhorado. Apesar das críticas, pudemos enumerar aqui enormes conquistas que vêm ocorrendo a partir de sua implantação que têm repercussão sobre a qualidade de vida dos brasileiros: queda vertiginosa da mortalidade infantil, longevidade que aumentou 72% nos últimos 40 anos, eliminação de muitas doenças infecciosas e aumento exponencial dos equipamentos de saúde e da população atendida. Temos também um processo de informação sofisticado por meio do DATASUS. Hoje, podemos perfeitamente saber as principais doenças, as causas de morte e agravos, e, baseados nos dados do país como um todo e de cada localidade em particular, fazer planejamento de saúde. Igualmente aumentou muito a capacidade de gestão (apesar de todas as críticas colocadas), melhorou a formação de gestores e existe um sistema de ciência e tecnologia em saúde, voltado para o SUS.

Enfim, precisamos sempre pensar e atuar no SUS como partes que somos de um organismo vivo e em ebulição que pode dar passos para seu aperfeiçoamento ou para seu enfraquecimento e morte. Todos somos construtores do SUS e, enquanto profissionais de saúde, nosso pequeno tijolo pode fazer a diferença!

Maria Cecília de Souza Minayo – FIOCRUZ

Sumário

Prefácio (Gustavo Tenório)

Introdução (Walter Melo, Danilo Rodrigues de Matos e Filippe de Mello Lopes)

Comunicação e controle público (Valdir de Castro Oliveira)

Saúde mental no âmbito do SUS (Ana Marta Lobosque)

SUS: história e desafios (João Leite Ferreira Neto)

Vinte anos de sucessos e problemas na implementação do SUS (Maria Cecília de Souza Minayo)

78 Páginas

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Brinquedos e jogos que contam histórias – 2013

Coleção Saúde e Educação – número 4

Organização: Maria de Fatima Aranha de Queiroz e Melo

A obra que temos em mãos, organizada pela professora Maria de Fatima Aranha de Queiroz e Melo, da Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ), na mesma medida em que chama a nossa atenção e interesse devido ao tema versado – brinquedos tradicionais – provoca em nós uma sensação de encantamento, pela riqueza e variedade das suas ilustrações, pela invocação dos saudosos dias da infância que ela desperta, pela surpreendentes histórias escondidas em objetos sobre os quais tão pouco parece haver a dizer.

Além de encantar, surpreende, quando descobrimos que na base deste trabalho estiveram investigações e atividades relacionadas com um projeto que visa a criação do Museu dos Brinquedos Artesanais, em Minas Gerais (uma região onde estas tradições lúdicas sempre assumiram “feições muito particulares”), e que, ao mesmo tempo, nele se envolveram professores e alunos universitários numa interação de cariz académico, simultaneamente prática e teoricamente profunda, em torno da atividade lúdica, das suas manifestações e da sua importância, nas mais diversas facetas e nos dias de hoje.

João da Silva Amado – Professor da Universidade de Coimbra – Portugal

Sumário

Apresentação (Maria de Fatima Aranha de Queiroz e Melo)

Prefácio (João da Silva Amado)

A investigação da tradição lúdica (brinquedos étnicos): razões, objectivos e metodologias (João da Silva Amado)

A psicologia social do objeto e o brinquedo artesanal em Minas (Maria de Fátima Aranha de Queiroz e Melo et al)

A pipa e a controvérsia sobre a sua extinção (Maria de Fatima Aranha de Queiroz e Melo)

O ioiô e suas curiosidades (Ana Luiza Brandão Leal)

A trajetória do bilboquê: da nobreza ao esquecimento? (Roselne Santarosa de Sousa)

O pião nas redes sociotécnicas e sua manutenção nas práticas lúdicas contemporâneas (Roselne Santarosa de Sousa)

Os brinquedos de transporte e suas aventuras (Liliam Medeiros da Silva)

O xadrez e suas histórias (Fernanda Rodrigues Ferreira)

Per-correndo os possíveis caminhos das bolinhas de gude (Elaine de Almeida Andrade)

Tangram: a simplicidade de um quebra-cabeças e a complexidade do raciocínio (Yone Maria Andrade Paiva Rogério)

A peteca e sua brasilidade (Patrícia Fonseca de Oliveira)

A boneca e sua ancestralidade (Patrícia Fonseca de Oliveira)

A boneca artesanal na cultura lúdica brasileira (Roselne Santarosa de Sousa)

223 páginas

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